O Ministério do Trabalho (MTE) revisou o processo de emissão do registro profissional de radialista e definiu um novo procedimento: desde o dia 17 de dezembro os radialistas podem requerer um registro profissional único, a exemplo das demais profissões regulamentadas.

A revisão do MTE é uma resposta ao questionamento da Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão (FENAERT) sobre a obtenção do registro profissional, que não considerava apenas a profissão, mas também a função exercida, obrigando o radialista a obter vários registros.

“A medida é de extrema importância para o setor de radiodifusão, pois as emissoras que emitem o atestado de capacitação profissional, documento necessário para o registro, não precisam mais informar as funções que o profissional está habilitado a exercer, devendo constar apenas a profissão de radialista”, afirma o presidente da FENAERT, Guliver Leão.

 

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